domingo, 23 de novembro de 2008

Bis?






Minha Terra

Nada em você soa mais
Nada em você, não mais me desperta
Suas palavras são um profundo vazio
Prefiro a Lua, os Lobos, meu eterno frio.
Aquele Sol não me conforta...


Minha terra não possui uma rainha
Fora nomeada Liberdade
Dou voltas e mais voltas
Mas, na minha terra
Não existe saudade

Velhas memórias...
Memórias não me fazem chorar
Aquelas vivem em velhas gavetas
Memórias que irei condenar
.
Minha terra fechou seus portões
Escritos, pedidos [perdidos], lembranças...
Lá não se ouvem velhas canções.

Hoje minha terra te condena
Com rancor, com frieza e serena
Sem amizade, sem acordos nem pena.

sábado, 22 de novembro de 2008

Perguntinhas....

Me mandaram isso aqui, mas eu não vou passar pra ninguém porque não tô a fim de passar.



1- A última pessoa com quem falou hoje: Minha irmã
2- A última coisa que falou: Sai do PC que eu quero usar ¬¬'
3- O último pensamento: Cara... Ela é linda demais! @_@ [ainda tô pensando nisso]
4- A última pessoa com quem brigou: Minha mãe, ontem de noite.
5- A última pessoa que se reconciliou: Minha mãe, 10 segundos após ter brigado
6- A última pessoa que falou de Deus pra você: Ninguém!
7- O último lugar que você gostaria de estar: Eu não sei. Talvez aqui... Ou alí.
8- O último filme que assistiu: Rejeitados pelo diabo
9- O último livro que leu ou que está lendo: Me esqueci, mas o personagem era Jack Reacher "fodão"
10- O último presente que ganhou: A vida é um presente, o café da manhã é outro, o ar que você respira também.
11- A última coisa que gostaria de estar fazendo: Estudando matemática.
12- O último telefonema feito ou atendido: Jamille, antes da UFBA.
13- O último conselho que deu e pra quem deu: Pra Jamille também "Acorda esse cara não é pra você!"
14- A última vez que chorou e porque: Nem vale a pena lembrar.
15- O que faria hoje se fosse seu último dia de vida: Me mataria logo.

domingo, 2 de novembro de 2008

É só um verso, não é?








Se você ainda fosse a minha criança...
Eu te carregaria comigo, para bem longe de tudo.
Viveria para fazer seus olhos brilharem [mais uma vez]
Faria da minha alma, sua alma...
Carne da minha carne.
Seríamos um e muito mais que dois.
Seguiria os passos teus, zelaria por ti
Dia após dia, noite após noite.
Minha estrela maior
Herdeira dos dias
Meu maior acerto
Meu eterno pecado
Poderia me perdoar?
Expirei aquele velho amor
Era nosso, tão nosso...
Minha vontade me traiu.
Eu te amo, talvez.
Tão fácil é viver sozinho...
Mas eu gosto do gosto do amargo
Poderia me perdoar?
Precisei deixá-la viver
Comerei aquele prato quente
Degustando borda a borda, minha amiga
Até que se faça frio
Até que EU possa digeri-lo
Eu te amo, talvez.
Isso poderia ser nosso paraíso.










Por Claus Burgos. Sonata Arctica, fonte de inspiração [sempre!]